Fernandinha Fernandez Amadora – 1 min 12 sec
enfiou a língua no meu cu, melando-o por completo. Meteu um dedo, eu eu contorci. Ele insistiu, mandando que eu agüentasse. Molhava meu rabo por dentro e por fora, com uma experiência invejável para um jovem de vinte anos incompletos. Quando já estava relaxado, ele pegou a camisinha no bolso da bermuda, cuspiu na mão e passou no pau. E então penetrou devagar, dizendo muita putaria enquanto colocava cada um dos vinte centímetros dentro de mim. Pegou-me pela cintura e daí em diante não parou os movimentos, quase involuntários, de meter e tirar. Às vezes ele tirava completamente o pau e observava o cu aberto, quando não cuspia ainda mais dentro dele para que eu agüentasse por mais algum tempo suas estocadas no meu rabo.

Não variamos muito a posição durante nossa foda. Durante o sexo propriamente dito, fomos muito mais objetivos do que nas preliminares, com os boquetes e cunetes realizados nas mais variadas posições. Mesmo curta, nossa foda foi muito gostosa. Lucas me tirou do sofá e me colocou de cara na parede. Pega na minha cintura enquanto eu rebolava. Quando estava perto de gozar, pediu pra que eu empinasse a bunda pra que ele batesse. Não demorou muito pra que ele tirasse o pau do meu rabo, tirasse a camisinha e gozasse na minha cara. Poucas vezes em trinta e quatro anos vi tanto leite sair de um pau. Era a explosão da juventude em forma de prazer. Gozei assim que senti sua porra escorrer pelo meu rosto. Nos beijamos em seguida, com o gosto do leite derramado.

Naquele dia tomamos um belo banho juntos, aproveitando pra tirar o sal da praia. Mas não me alonguei na casa dele, talvez por receio. Trocamos telefone e logo saí em direção ao Méier. Enganam-se os que pensam que a história terminou por aqui. Muitas lições de matemática ainda foram ensinadas ao Lucas. E sacolés de outros sabores eu ainda haveria de experimentar com meu ex-aluno. Mas a continuação desta novela real fica para uma próxima vez. Fernandinha Fernandez Amadora

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